Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2007
Esta também ainda não tinha lembrado ao diabo
"Cada vez estou mais convencido que ser inculto, mais do que um dever é um verdadeiro direito de cidadania que deve ser amplificado sem receios, potenciado através das tecnologias da informação que podem ter o estrondoso e singular papel de protagonizarem a verdadeira revolução cultural das massas"... Todo o texto do eminente professor Reginaldo Almeida é um retorcido prodígio de opacidade. Mas a humilde confissão que destaquei a negrito é que lhe dá o seu je ne sais quoi. Isto sem querer ofuscar o brilho de gemas como "sufragada na desmistificação da verdadeira portabilidade cultural que nas sociedades democráticas tem que ir muito para além do cidadão de escopo intelectual refinado ou capaz de exibir poder de compra acima da média factor". Espero que já tenham dado um prémio qualquer ao homem.

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publicado por Luis Rainha às 00:12
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1 comentário:
De J. Urbano a 3 de Fevereiro de 2007 às 19:37
Esse Reginaldo Almeida é um completo idiota. Consegue fazer um programa sobre novas tecnologias num canal qualquer da televisão que é de bradar aos céus. E ainda por cima escreve em jornais de referência... Já não é a primeira vez que vejo certo tipo de cabecinhas a pegarem no exemplo da recente exposição do Amadeu para demonstrar que as massas até gostam e vão ver arte contemporânea, pelo que a arte não precisa de apoios públicos para nada, o único problema é que a arte de Amadeu já tem um século. Mas por aqui se vê a percepção que o Reginaldo tem da arte contemporânea. Mais, o Reginaldo não faz a mínima ideia do que envolve hoje a produção cultural. Não se perguntou uma vez porque Amadeu enquanto viveu no máximo teria quatro ou cinco apreciadores portugueses da sua obra, etc, etc. Esta gente reflectirá um segundo que seja nas bacoradas que redíge?


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