Quarta-feira, 21 de Março de 2007
Mas será que a senhora estava a fazer um filme porno?
"A ‘Dona Coisinha’ estava sempre deitada, a arfar, e praticamente não tinha falas."

Assim falou a popular "Parrachita",
Maria Vieira, ao anunciar a sua fuga do naufrágio em forma de programa do Herman. Muda, deitada e a arfar... Graças ao Grande Relojoeiro, não vi essas partes. Apanhei sempre aquela malta a falar mesmo e a fazer de conta que tinha graça. O que já é deprimente que baste.

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publicado por Luis Rainha às 17:49
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Terça-feira, 20 de Março de 2007
Inês Pedrosa perde o pé
No último “Expresso”, lá vem mais uma “Crónica Feminina”, da autoria de um dos grandes equívocos das letras lusas, Inês Pedrosa. Digo “equívocos” para não usar palavras mas indigestas, como “aldrabice”. Na realidade, pouco separa esta autora de luminárias como Margarida Rebelo Pinto, além da patine cultural cedida por amigos prestimosos e de uma suposta “seriedade” que ninguém sabe ao certo de onde virá. Inês Pedrosa foi jornalista, cabeça-de-cartaz do patusco movimento erigido em torno desse monumento ambulante que é o Manuel Alegre e autora de uns quantos romances pretensiosos e genericamente muito fracos.
Desta vez, vem a senhora falar-nos de Jean Baudrillard, a propósito, claro está, do seu falecimento. Lembra-se a putativa romancista de ter entrevistado o sociólogo francês. Não que ele tenha sido o seu interlocutor preferido: esse, ela nunca saberá quem foi. E não se trata de jactância ou de pose blasée; “não é diplomacia nem maldade, apenas negro olvido, olé, irreversível, trágico, como o dos folhetins espanhóis que eu escondia debaixo do colchão naquela idade incauta, pré-baudrillardiana”... blábláblá. Não sei o que deplorar mais: se o pavoroso e despropositado “olé”, se o facto de a senhora confessar depois que Barthes e Baudrillard a ensinaram a “voar”. Não culpem os instrutores pelo despenhamento da pupila, por favor.
Recorda-se a senhora de ter dado com o pensador agora falecido num Colóquio (com maiúscula, pois então) onde ele brilhava “desancando nesse ‘pensamento fraco’, então quase único a que se chamava pós-modernidade”.
Que Baudrillard tenha sido sim um dos arautos dessa mesma pós-modernidade pouco incomoda a brava Inês. A ela, interessa verberar o tal “pensamento fraco”, que, está-se mesmo a ver, só pode ser coisa má; mesmo que se tratasse de uma oposição aos “pensamentos fortes” das grandes certezas políticas que têm por hábito empurrar-nos para mais perto do abismo. Adiante.
A hagiografia de Baudrillard prossegue imperturbável: ele “disse coisas politicamente incorrectas – e de enorme justeza - sobre o ‘complot da arte’ contemporânea”, “sobre a guerra do Golfo”, etc, etc. Claro que ele fazia tudo isto desviando-se sempre do “estreitamento ideológico-burocráticos das sociologias”. E claro que nem adianta tentar entender o que quererá isto dizer: o vazio é a matéria-prima que Inês partilha com a colega Rebelo Pinto. Que as idiotices que o bom sociólogo verteu sobre a arte de hoje e sobre a primeira guerra do Golfo (para ele coisa redutível à sua representação mediática, ignorando o horror e o sangue de milhares) sejam corroboradas com esta leveza inconsciente é uma boa prova das teses do pensador francês: o que interessa hoje é a superfície das coisas, o brilho da sua reflexão no ecrã mais próximo, não a sua substância ou relevância.
Mas Inês Pedrosa, quiçá ainda presa aos tais “folhetins”, só quer saber das “coisas igualmente sísmicas” (sic) que S. Baudrillard lhe depositou na trompa de Eustáquio. A correria para parecer culta ao tratar com tal familiaridade um Grande Vulto obriga-a a ignorar a evidência maior: o sociólogo francês criou uma obra  de estilo fascinante mas de fundações inexistentes. Claro que o universo de hiper-realidade e de infinitas ordens de simulacros por ele anunciado é um intrigante pastiche de Philip Dick e pouco mais: claro que a guerra do Golfo existiu mesmo; claro que as trocas simbólicas não obnubilaram um mundo bem real; claro que só no mundo do “Matrix” é que aquilo faz mesmo sentido; claro que Sokal apanhou o homem em flagrante; claro que ele se deixou sugar pelo buraco negro do frenesi de comunicação que denunciava, como bem explica o espanhol José Antonio Marina. Claro que só uma esquerda faminta de profundidade e actualidade é que se lembraria de engolir aquele jogo brilhante mas solipsista como se se tratasse das novas Escrituras Divinas.
Acabando o tema Inês Pedrosa, tudo isto só vem provar que uma coisa é andar a correr atrás dos grandes deste mundo de microfone em riste, outra bem diferente é compreender o que eles nos dizem.
Como contraste depois de tanta vacuidade, recomendo o regresso a Gianni Vattimo, que nos deixa aqui um belo obituário. Ah, o filósofo italiano criou precisamente a tal expressão que Baudrillard teria “desancado” sem dó nem piedade: o "pensiero debole".



publicado por Luis Rainha às 17:41
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Segunda-feira, 19 de Março de 2007
A noite do morto vivo 31
Santana Lopes anda por aí de novo a murmurar coisas como "se eu olhar à minha volta e chegar à conclusão sou eu que estou melhor colocado para assumir a responsabilidade da liderança do meu partido, não fujo". Imaginar PSL de novo a "liderar" o PSD é sonho lindo só comparável a ter o popular e telegénico "Emplastro" como treinador o FCP.
Ainda mais cómica é a passagem em que o meu zombi preferido garante ter "uma vida profissional para consolidar e que me custou a reconstruir". Que andará o homem a fazer, dado que a notícia que o colocava na EDP como assessor jurídico parece não ter fundamento? Deita búzios? Tira fotografias comprometedoras à Elsa Raposo? Apascenta jumentos? Confesso-me roído pela curiosidade.


publicado por Luis Rainha às 11:53
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Domingo, 18 de Março de 2007
É o povo, senhores...
"Revolta na festa de Cernadelo "

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publicado por Luis Rainha às 02:41
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Sábado, 17 de Março de 2007
Momento Espada da semana
O homem já nem me irrita. Mas nunca deixa de me divertir. João Carlos Espada é o parvenu por definição: a criatura deslumbrada que fugiu dos tugúrios suados onde dava vivas a Estaline e agora se gasta em lindas viagens imaginárias entre Washington e Oxford.
Na coluna de hoje no "Expresso", o homem mostra  sua infelicidade por quererem acabar com as típicas excentricidades da Câmara dos Lordes inglesa, instituição tão admirável quanto económica, de acordo com o José Castelo Branco do colunismo mais ou menos político cá da terrinha.
Entre a admiração pela capacidade que os empregados do restaurante da dita câmara têm para distinguir os "milords" dos visitantes piolhosos e a "estóica" ementa tipicamente britânica do mesmo, há montes de espaço para o Espada desfiar toda a sua parolice deslumbrada.
Vão lá ler aquilo, que vale mesmo a pena. Se não estivesse neste momento a meio do "Apocalypto" do Mel Gibson, até era capaz de transcrever a peça toda. Assim sendo, tenho melhor que fazer.

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publicado por Luis Rainha às 23:27
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0,31 da Armada
Como é que alguém escreve uma imbecilidade destas?

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publicado por Luis Rainha às 23:23
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Quinta-feira, 1 de Março de 2007
Amaralices
Luciano Amaral já nos tinha tentado provar que os votos do “Sim” no referendo à IVG provinham de malta ultramontana, passadista e pouco recomendável. Fê-lo ventilando uma historieta de faca e alguidar sobre Valentim Loureiro e os seus rebentos extra-conjugais. O major representaria assim na perfeição todos os votantes do “Sim”. Um disparate pegado em prosa nada recomendável.
Hoje, o “cronista” do DN vem dar-nos mais uma prédica sobre o seu tema favorito: os defeitos da esquerda. Nada de estranho: anormal seria que ele se dedicasse antes a explanar-nos as suas originais e profícuas ideias. Mas, à falta destas , lá vem a criatura de novo ao ataque com as maleitas dos canhotos.
Primeiro, fala de uma suposta reverência que a “malta” dedicaria ao ogre Putin. Isto porque ele, segundo o bom Luciano, patrocina todos os eixos dos males do mundo, do Irão ao horrendo Chávez. Isto a propósito da irritação com que o czar das Rússias recebeu a notícia da instalação de sistemas anti-míssil na Europa oriental. É evidente, para o Luciano, que a “Rússia tenha historicamente entendido, sempre que pôde, a Europa central como seu backyard, e que isso não pareça uma perspectiva agradável aos países da área”. Além da deliciosa palavrita estrangeira, outro espanto avulta: então os EUA não assumiram irritação bem maior quando a URSS quis instalar mísseis em Cuba, há umas décadas? Mas, claro está, perguntar isto deve ser sinal da tal “mania de abominar a América”. De seguida, o raspanete dirige-se ao ministro alemão que tentou apaziguar o vizinho colérico; ignorando, por exemplo, que muita gente na Europa depende do gás natural que daquelas bandas vai ainda chegando, o que talvez convide a alguma ponderação...
Depois de tecer umas banalidades superficiais sobre a recente crise política italiana, o Luciano volta ao alvo preferido: “A mundividência da esquerda era a escatologia laica que prometia o fim do repugnante capitalismo e a sua substituição pela abundância e a felicidade ecuménicas. Depois de desfeito o mito comunista, há quase 20 anos, e agora que começa a desfazer-se o mito social-democrata, pouco mais resta do que os tiques e as manias.”
A bem da verdade, o homem rebola-se de alegria ante uma alucinada visão das sociais-democracias nórdicas em ruínas. Ficamos é sem perceber onde é que esta nova visão do “fim da história” desagua: afinal, que regime, que país, que sistema social, agradam ao raivoso Luciano? Onde gostaria ele de ver os seus filhos a crescer: numa sociedade carente de qualquer espécie de solidariedade para com os mais fracos, ou num desses repugnantes antros do igualitarismo e do estado-providência como a Holanda ?
A fechar, mais uma crítica que se pode aplicar ao próprio plumitivo com toda a justeza: “A esquerda hoje não gosta muito do que existe, mas também não oferece um horizonte ulterior.” E tu, Luciano, qual será o teu horizonte para lá dos mercados livres?


publicado por Luis Rainha às 15:36
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Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2007
Vem aí o fim do mundo!
José António Saraiva, com a perspicácia do costume, acaba de profetizar desgraças mil para o nosso pobre Portugal: "A transposição da linha que separava a vida e a morte foi um passo tremendo. Porque legitimou todas as intervenções: a vida no útero pode ser interrompida, os vivos poderão ser mortos antes de morrerem, o suicídio é tolerado, a pena de morte poderá voltar a ser discutida, quem sabe?Abriu-se, como atrás se disse, uma ‘caixa de Pandora’. A caixa da morte."
Mas claro. Então não se está mesmo a ver que éramos o único país civilizado num mundo entregue à barbárie e à carnagem desbragada? Que vai ser de nós agora?


publicado por Luis Rainha às 11:30
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Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007
Ironias do destino
O graxista preferido do Governo, o manhoso Ass Sucker, depois de meses a maldizer o Correio da Manhã, vai ter de trabalhar sob as ordens do seu antigo director. Azarito.


publicado por Luis Rainha às 16:01
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O burro que escreve (mas mal)
Alberto Gonçalves, o mais público expoente da mediocridade inculta com tempo de antena, resolveu, de uma só penada, iluminar com a luz da arrogância todos os mistérios que ainda persistem em torno do aquecimento global:
"O curioso é que, ao contrário do Holocausto, o aquecimento global é uma mentira. Os peritos que não receiam pelos seus empregos ou, no futuro, a prisão, têm demonstrado com regularidade os delírios que os funcionários políticos do IPCC, os académicos e os ecologistas em geral produzem em troca de fundos e proeminência."
As certezas dos néscios são assim: absolutas, sapientes, inamovíveis. E mal escritas, ainda por cima: como se demonstrará um delírio?
De novo se vomita a habitual calúnia sobre todos os que nos têm vindo a alertar para a possibilidade de estarmos a dar cabo do clima. De novo se fala do que nem se pesquisou minimamente. Por exemplo, basta consultar esta página do IPCC para se perceber o sentido que faz aquela acusação de funcionarismo político.
Mas a necidade não pára: "Nos momentos de delicadeza, a esquerda manipula idiotas úteis (ver Gore, Al) e segue a alternativa ecológica: o aquecimento global, essa portentosa fraude, é a via “verde” e “despoluída” do antiamericanismo de sempre."

Como terá o homem chegado a essa conclusão da "fraude" e da "mentira"? Mistério absoluto. É que argumentos, para lá dos invisíveis "peritos que não receiam pelos seus empregos", não aparecem. O sábio de pacotilha nem uma só razão apresenta em favor das suas certezas. E nem deu por uma novidade: até o santo profeta Bush já admitiu que urge “confrontar o sério desafio da mudança de clima global”.
Quando houver um prémio para o colunista mais tonto de Portugal, já temos sério candidato.


publicado por Luis Rainha às 12:46
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Quem não sabe entrevista quem ignora


João Pereira Coutinho, auto-nomeado intelectual conservador e luminária profissional, resolveu entrevistar-se a si mesmo. Talvez por falta de interlocutores à altura, ou talvez porque os restantes candidatos a entrevistados tivessem fugido todos.
A peça é ainda mais cómica do que se poderia imaginar, assim à primeira vista. Recomenda-se a leitura integral. Para vos aguçar o apetite, eis uma amostra:

"– Isso significa que os julgamentos e as condenações continuarão?
– Tu és esperto, João.
– E haveria forma de as evitar?
– Havia, sim: se a lei de 1984 fosse entendida e aplicada como sucede em Espanha. Infelizmente, estivemos na presença de uma campanha de tudo ou nada. Os extremos costumam ser maus conselheiros. Agora, com uma lei que despenaliza até às dez semanas, está aberta a porta para a criminalização depois das dez semanas. Uma pena, quando a aplicação da lei de 1984 teria evitado o cenário."

Para lá da subtil ironia do auto-elogio, regista-se asneira da grossa. Mais uma vez se carrega, por óbvia preguiça intelectual, na gasta tecla da igualdade entre a legislação espanhola e portuguesa. Que é, pura e simplesmente, mentira. Não vou recapitular de novo o que já escrevi sobre o assunto; ficam aqui dois links que talvez deixem claros os pontos em que a lei e a regulamentação dos vizinhos ibéricos diferem.
Mais: a tal "lei de 1984" que nenhum dos participantes nesta entrevista aparentemente leu, nunca "teria evitado o cenário" da criminalização, uma vez que refere claramente um prazo limite para a IVG legal, com a  excepção dos casos de em que é o único meio de evitar a morte ou lesões "irreversíveis" para a mulher!
Confirmem, por favor: "b) Se mostrar indicada para evitar perigo de morte ou de grave e duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida, e for realizada nas primeiras 12 semanas de gravidez;"
Mas é muito mais fácil correr logo para o teclado e dar eco a boatos do que investigar um pouco, não é?

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publicado por Luis Rainha às 12:39
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Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2007
Esta também ainda não tinha lembrado ao diabo
O intragável Luís Filipe Menezes ganhou destacado o prémio "Leitura Imbecil dos Resultados". Estes terão sido, de acordo com as esforçadas meninges do clown laranja, “uma enorme derrota” para José Sócrates e “um cartão amarelo” ao Governo. Este raciocínio estriba-se  na soma dos votos "não" e das abstenções. Resultado: “uma iniciativa política do primeiro-ministro é reprovada por cerca de 80 por cento dos portugueses”.
Quando pensarem que Santana Lopes representa mesmo o mínimo absoluto em termos de qualidade intelectual dos nossos políticos, lembrem-se deste senhor.

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publicado por Luis Rainha às 22:08
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Esta ainda não tinha lembrado ao diabo
Mas lembrou ao bom do Luís Delgado: já que o referendo não conseguiu atrair mais de metade dos recenseados (mas alguém saberá quantos destes estão mesmo ainda vivos?), o lógico é deixar a lei como está. Desde as previsões de chegada iminente da retoma que este Nostradamus de aluguer fazia em prol dos governos PSD, que não se via um caso tão flagrante de cegueira política: "É certo que eles prometeram mexer na lei, mesmo sem a maioria vinculativa, mas é um princípio de pensamento totalitário e de extraordinária falta de respeito pelos portugueses."

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publicado por Luis Rainha às 22:01
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Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2007
Esta também ainda não tinha lembrado ao diabo
"Cada vez estou mais convencido que ser inculto, mais do que um dever é um verdadeiro direito de cidadania que deve ser amplificado sem receios, potenciado através das tecnologias da informação que podem ter o estrondoso e singular papel de protagonizarem a verdadeira revolução cultural das massas"... Todo o texto do eminente professor Reginaldo Almeida é um retorcido prodígio de opacidade. Mas a humilde confissão que destaquei a negrito é que lhe dá o seu je ne sais quoi. Isto sem querer ofuscar o brilho de gemas como "sufragada na desmistificação da verdadeira portabilidade cultural que nas sociedades democráticas tem que ir muito para além do cidadão de escopo intelectual refinado ou capaz de exibir poder de compra acima da média factor". Espero que já tenham dado um prémio qualquer ao homem.

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publicado por Luis Rainha às 00:12
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Domingo, 28 de Janeiro de 2007
Errata
Até há pouco, estava convencido de que a coluna da Bomba no "Sol" era um tremendo desperdício de papel. Agora, mudei de ideias: reparei que aquilo serve de verso à BD do Nuno Saraiva.

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publicado por Luis Rainha às 22:30
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Sábado, 27 de Janeiro de 2007
Não é chocante; é apenas imbecil
O intragável Luís Filipe Borges continua em forma. No "Expresso" de hoje, confessa-nos a vocação da sua vida: "dito assim parece chocante, mas quero ser um mongolóide da rádio". Isto porque haveria um talk-show espanhol "no qual mongolóides entrevistavam diversas personalidades", e, com a sua candura, enterneciam este  cromo. Irra.

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publicado por Luis Rainha às 17:47
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